
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) de Campinas (SP), está desenvolvendo um acelerador de prótons nacional para ampliar o combate ao câncer no Brasil. O equipamento permitirá a produção interna de radioisótopos, materiais radioativos fundamentais para localizar tumores e destruir células cancerígenas de forma mais precisa e eficiente.
A tecnologia brasileira oferece uma alternativa estratégica aos modelos importados, que têm altos custos de aquisição e manutenção. Com ela, o país ganha autonomia tecnológica e reduz a dependência externa, garantindo que essa ferramenta estratégica permaneça no Brasil e seja mais acessível financeiramente.
Além da economia, o projeto resolve um desafio logístico crítico: como muitos radiofármacos têm “vida útil” (meia-vida) de apenas algumas horas, a produção local garante que eles cheguem a tempo a hospitais distantes. Isso possibilitará a ampliação da oferta de exames pelo SUS e reduzirá drasticamente o tempo de espera para diagnósticos e tratamentos essenciais.
Fonte: EBC
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