CPI: Marquinho pede contratos da Saúde e quer devassa na vacinação e testagem da COVID-19

Marquinho criticou Doria

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura o trabalho na Secretaria de Saúde de São Carlos, Marquinho Amaral, apresentou um ofício ao prefeito Airton Garcia onde pede uma relação extensa de documentos sobre as atividades da pasta desde 2017.

Marquinho quer saber a receber uma lista onde conste todos os recursos financeiros recebidos dos governos Federal e Estadual para a Saúde Pública do Município no período de 1º de janeiro de 2017 até a data de 1º de março de 2021, bem como cópias (todas na integra) de todos os processos administrativos de compras direta (sem licitações) realizadas pela Prefeitura Municipal (no setor de Saúde) do dia 1º de janeiro de 2017 até o dia 1º de março de 2021. Ele quer saber de todos os serviços realizados pela PROHAB São Carlos, para adequações do Ginásio Milton Olaio visando transforma-lo em uma área de atendimento à saúde pública.

Além disso o vereador também pede outras cópias. “Quero a relação de todos os processos administrativos licitatórios da área da Saúde Municipal no período de 1º de janeiro de 2017 até o dia 1º de março de 2021, assim como a relação completa (com nome, RG, endereço, profissão, data de nascimento) das pessoas que foram imunizadas com as vacinas do Combate a COVID-19, desde o início da vacinação até a presente data. Bem como o fator de risco de cada um dos imunizados, que justifique a prioridade da ordem de aplicação”, afirmou.

Sobre as vacinas, Marquinho pede que se conste todas as doses de vacinas da COVID-19 recebidas dos governos Federal e Estadual, desde o recebimento da 1ª semana até a data de hoje. “Preciso saber onde constam todas as doses aplicadas, perdidas ou descartadas das vacinas recebidas desde a data do 1º recebimento até o dia de hoje. Também quero os documentos que comprovem os descartes, as perdas, extravios, bem como os locais que não aproveitaram as doses”, diz.

Testes

Porém, o vereador não está apenas de olho na vacinação, ele quer saber a relação onde conste todos os testes (quantidade/ valor/ tipos) rápidos adquiridos ou recebidos pela Municipalidade e os nomes das empresas que forneceram testes rápidos desde o início da Pandemia até o presente momento. “Temos que levantar os nomes de todas as pessoas que passaram pelos testes rápidos adquiridos ou recebidos pela Prefeitura, com nomes, endereços, data de nascimento, bem como se são usuários do SUS ou de convênios médicos e quais os convênios  de cada um e os critérios utilizados pela Secretaria da Saúde em relação aos testes rápidos”, ressaltou.

Marquinho pretende descobrir o número de testes rápidos que não foram usados, descartados, vencidos ou não utilizados por alguma razão e uma lista com nome, função e locais de trabalho dos profissionais da saúde que estão aptos a aplicar as vacinas nos são-carlenses.