
Em 2025, o Brasil planeja realizar o teste de seu primeiro drone de combate, desenvolvido por uma fornecedora do Exército. Este marco representa um avanço significativo para as Forças Armadas do país, que atualmente possuem cinco modelos de drones em seu arsenal, todos destinados exclusivamente ao monitoramento.
Entre os modelos de drone de monitoramento está o Nauru 1000C, fabricado pela Xmobots, uma empresa localizada em São Carlos. Este modelo foi entregue ao Exército em 2022 e tem sido utilizado para operações de vigilância e reconhecimento.
De acordo com Giovani Amianti, fundador e CEO da Xmobots, a versão armada do Nauru 1000C começou a ser desenvolvida em 2023. Amianti destaca a importância desse desenvolvimento para a defesa nacional e acredita que o drone de combate trará uma nova dimensão às capacidades operacionais das Forças Armadas brasileiras.
Com a introdução deste drone de combate, o Brasil se junta a um seleto grupo de nações que possuem tecnologia avançada para o uso de drones armados em operações militares, marcando um avanço significativo na autonomia e capacidade de defesa do país.
O drone
O Nauru 1000C tem quase 8 metros de envergadura, 3 de comprimento e pode chegar a uma velocidade de até 110 km/h, com autonomia de 10 horas de operações, sejam diurnas ou noturnas.
O drone conta com um sistema de câmaras potentes, com 8 motores com baterias independentes, permitindo a realização de decolagens e pousos verticais automáticos, possibilitando a decolagem e aterrissagem em ambientes críticos e confinados.


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