Além dessas 500 casas da fase inicial, o empreendimento prevê, ainda,numa etapa futura, mais 414 unidades pela faixa 2 do MCMV (renda familiar de R$ 2.601 a R$ 4 mil), totalizando um investimento de R$ 105 milhões. Conforme o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SMDUH), Marcelo Kohlrausch, um dos diferenciais do empreendimento é a preocupação com a drenagem. “Junto ao loteamento será construída uma bacia de contenção. Com isso, em dias de chuvas mais fortes, a água que escoar do residencial vai ser direcionada aos poucos para a rede”, argumentou Marcelo.
A SMDUH vai aproveitar o cadastro do Minha Casa, Minha Vida já existente na Prefeitura, mas um novo período de inscrições deverá ser aberto em fevereiro de 2018, em data a ser confirmada. A seleção dos futuros moradores do Parque do Sabiá também está prevista para fevereiro. As datas exatas, assim como os critérios para a destinação das unidades (que são definidos pela Caixa Econômica Federal, como documentação, renda, cadastro no SPC e Serasa, entre outros), serão divulgados no site e nas redes sociais da Prefeitura.








