
A interdição de um dos acessos à chamada Represa do 29, em São Carlos, continua gerando repercussão entre moradores e frequentadores da região. Após a surpresa inicial com o bloqueio, a proprietária da área se manifestou oficialmente sobre a decisão.
Segundo nota enviada à reportagem, o cercamento parcial do local foi realizado em atendimento a uma solicitação do Ministério Público. De acordo com o posicionamento, a medida foi adotada diante do uso considerado inadequado da área, além do acúmulo de lixo e detritos deixados por frequentadores.
Ainda conforme a proprietária, a decisão de restringir o acesso foi tomada como alternativa para preservar o espaço. “Não restou outra alternativa”, diz o comunicado, ao destacar que a ação busca garantir o cuidado com a área.
A situação veio à tona no último dia 30 de abril, quando usuários foram surpreendidos com o fechamento do caminho tradicionalmente utilizado para acesso à represa. No local, foram instalados portão e cadeado, impedindo tanto a passagem de veículos quanto de pedestres.
Além da barreira física, uma placa fixada na cerca reforça a proibição de entrada da área nas imediações da Represa do 29, indicando tratar-se de propriedade privada e citando o artigo 150 do Código Penal, que trata de invasão de domicílio.
Abaixo a reprodução da nota: Em atendimento ao chamamento do MP para o cercamento e cuidado da área localizada na represa 29, em face dos acontecimentos de utilização sem o devido critério e a quantidade de lixo e detritos deixados pelos usuários , não restou outra alternativa para os proprietários que não o cercamento da referida área .
Certos de estamos empenhados na melhor decisão. (A proprietária).










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