Ladrões aplicam golpe de mais de R$ 20 mil em São Carlos

Ladrões aplicam golpe de mais de R$ 20 mil em São Carlos
Ladrões aplicam golpe de mais de R$ 20 mil em São Carlos

Uma moradora de São Carlos foi vítima de um golpe de estelionato na tarde desta quinta-feira (23), após ser enganada por criminosos que se passaram por funcionários de uma instituição bancária. O caso foi registrado no Plantão Policial e será investigado pela Polícia Civil.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima recebeu uma ligação de uma pessoa que se identificou como gerente de um banco. Durante a conversa, a golpista informou que uma tentativa de compra online teria sido realizada com um aparelho desconhecido e, sob o pretexto de proteger a conta, orientou a vítima a seguir um suposto procedimento de segurança.

Na sequência, um segundo contato foi feito via WhatsApp por um homem que também se apresentou como funcionário do setor de tecnologia da instituição financeira. Ele passou instruções detalhadas, levando a vítima a acreditar que estava protegendo seus dados bancários.

Somente após o encerramento dos contatos a vítima percebeu que havia sido enganada. Segundo relato, criminosos realizaram um empréstimo em sua conta e efetuaram diversas transferências e movimentações financeiras.

O prejuízo estimado ultrapassa R$ 14 mil apenas em uma das contas. Além disso, foram identificadas retiradas de aproximadamente R$ 4 mil de outra instituição bancária, R$ 2 mil via Pix em uma plataforma digital e outras transferências que somam cerca de R$ 8 mil por meio de aplicativos financeiros. Parte dos valores foi enviada a contas de terceiros.

A vítima também informou que houve tentativa de movimentação em outras instituições, mas nem todas as transações foram concluídas.

O caso foi registrado como estelionato e encaminhado ao distrito policial da área para investigação. A polícia alerta para que a população desconfie de contatos telefônicos ou mensagens que solicitem procedimentos bancários, instalação de aplicativos ou fornecimento de dados pessoais, já que instituições financeiras não realizam esse tipo de abordagem para resolver supostos problemas de segurança.

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