Quem fala mal da vereadora Laíde, nunca resgatou um animal de rua na vida

Zé (II) quando chegou e agora; um charme
Zé (II) quando chegou e agora; um charme

A Laíde, assim como todas as pessoas deste mundo, tem seus defeitos, eu tenho os meus, mas certamente o trabalho dela com os animais merece destaque e acima de tudo respeito. E se pessoas de diversos campos políticos olham para o seu trabalho e veem uma possibilidade, é porque ele tem algum resultado.

Vi gente maldosa na política falando mal da vereadora Laíde das Graças Simões e achei bastante lamentável e repugnante a postura dessas pessoas. Eles sabem do trabalho que Laíde faz em São Carlos pela causa animal, mas preferem nivelar por baixo, por especulações políticas que nem se consolidaram para tentar desmerecer a vereadora.

Pois bem, vou relatar aqui uma Laíde que outras pessoas talvez não conheçam. Quando me casei em 2006, minha esposa trabalhava na universidade em Araraquara e eu ficava sozinho em minha casa. Comecei a desenvolver uma depressão, porque não estava acostumado a ficar sem ninguém. A perspicácia de minha esposa fez com que eu fosse até a Arca de São Francisco e falasse com a Laíde.

Na Arca eu conheci o trabalho realizado pela vereadora e também pelas pessoas que doam seu tempo pela causa animal. Foi lá que adotei o meu primeiro melhor amigo, o Zé (I). O Zé foi mais que um cachorro, ele entendia as coisas que eu falava, foi meu companheiro, me tirou da depressão e isso só aconteceu porque a Laíde o indicou. Ela não pediu votos, apenas deixou que eu escolhesse um amiguinho.

O Zé (I) viveu, passeou, viajou, conheceu uma penca de cidades, foi mimado, comia do bom e do melhor, isso tudo porque alguém se preocupou em resgatá-lo. Neste caso, foi a Laíde, por vezes ela acordou e acorda de madrugada para fazer um resgate, aprovou leis na Câmara para a Defesa Animal e ainda se preocupa até hoje com essa nobre causa. Quem passa o dia falando mal dela, por uma suposição de que ela poderia ser vice do futuro candidato Newton Lima à Prefeitura, certamente queria era estar em seu lugar. No fundo, é apenas inveja e incompetência dando vazão para quem nem história na política tem para contar. É aquele povinho futriqueiro….

Mas vou continuar, o Zé (I) viveu 16 anos comigo e agora está no “céu do cachorros”. Foi duro, eu chorei, não queria outro cachorro, mas lá vem minha mulher, junto com a minha filha pedindo para eu visitar a Laíde na Arca novamente.

Pois bem, relutei, mas fui. E o que aconteceu? Conheci o Zé (II). Um cachorrinho rajado, sapeca, parece um salsicha, é bondoso, amoroso, o melhor companheiro que você pode ter na vida. Sem contar as peraltices que ele apronta diariamente e que me tiram sorrisos largados, posso dizer que o Zé (II) vive a vida da melhor forma possível. É um rei!

E aqui vale dizer: o Zé (II) é mais uma vida que foi salva pela Laíde e pelo trabalho que ela faz junto com seus companheiros. Aqui, faço a seguinte pergunta: quem anda falando mal da Laíde quantos cães e gatinhos de rua já salvou? Quantos animais essas pessoas ajudaram a encontrar um lar?

A Laíde, assim como todas as pessoas deste mundo, tem seus defeitos, eu tenho os meus, mas certamente o trabalho dela com os animais merece destaque e acima de tudo respeito. E se pessoas de diversos campos políticos olham para o seu trabalho e veem uma possibilidade, é porque ele tem algum resultado.

No mais, só sobra o habitual recalque político de gente sem voto. Cuidado, as urnas estão aí e vão cantar em 2024.

Renato Chimirri

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