Amor, coragem e urgência: Luciana Luna precisa de ajuda na luta contra o câncer

Luciana precisa de ajuda no tratamento
Luciana precisa de ajuda no tratamento

Há histórias que nos atravessam. Que não cabem apenas em diagnósticos, laudos e termos médicos. A história de Luciana Luna da Silva é uma delas. Por trás de cada exame, de cada cirurgia e de cada cicatriz, existe uma mulher forte, uma profissional dedicada, uma esposa amada — e uma luta diária pela vida.

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O depoimento é de Natália Luna, esposa de Luciana, que decidiu transformar dor em coragem e fazer um apelo público por ajuda.

O diagnóstico que mudou tudo

No final de 2022, Luciana recebeu o diagnóstico de carcinoma endometrioide. A notícia caiu como um terremoto na vida do casal. A partir daquele momento, a rotina passou a girar em torno de hospitais, cirurgias e uma esperança renovada a cada nova etapa vencida.

Entre fevereiro e setembro de 2023, Luciana enfrentou quatro cirurgias. A primeira retirou um tumor de impressionantes 7 quilos, além do ovário esquerdo. Em seguida, veio uma histerectomia total, que trouxe complicações graves. Apenas três dias depois, ela precisou retornar ao centro cirúrgico e permanecer na UTI, passando a utilizar uma colostomia provisória. Meses depois, uma quarta cirurgia conseguiu reverter a colostomia com sucesso.

O ano de 2024 trouxe um sopro de alívio: Luciana entrou em remissão. Foram meses de reconstrução emocional, fé renovada e sonhos retomados.

A volta do câncer em Luciana — ainda mais agressivo

Mas, no final de 2024, as dores intensas na região do piriforme acenderam um alerta. Uma tomografia confirmou o que ninguém queria ouvir: o câncer havia retornado, desta vez com um tumor de 13 centímetros.

Em março de 2025, Luciana passou por nova cirurgia. O resultado da biópsia revelou uma evolução ainda mais severa: carcinoma metastático.

Entre abril e agosto de 2025, ela enfrentou seis sessões de quimioterapia. Embora tenha havido controle parcial da lesão, o tumor permaneceu infiltrado em vasos ilíacos e no plexo sacral. Após o encerramento do ciclo, a doença avançou para as vértebras L4 e L5.

Em outubro de 2025, uma nova tentativa cirúrgica foi interrompida. O tumor foi considerado inoperável, por estar envolvido em regiões vitais de nervos e vasos sanguíneos. Qualquer intervenção colocaria sua vida em risco imediato.

A situação atual

Hoje, Luciana enfrenta um quadro extremamente delicado:

  • Lesão pélvica com invasão retroperitoneal e ureteral, causando hidronefrose grave no rim esquerdo;
  • Infiltração de vasos ilíacos e plexo sacral;
  • Lesões ósseas na coluna lombo-sacral;
  • Fraturas patológicas em L4 e L5, com invasão do canal vertebral;
  • Compressão nervosa que afeta a locomoção e o controle esfincteriano.

A consequência é dura e dolorosa: Luciana perdeu progressivamente a capacidade de andar. Sofre com dores intensas, formigamentos e perda de sensibilidade. Hoje depende de cadeira de rodas, cadeira de banho, andador, fraldas e ajuda constante para atividades básicas.

A casa precisou — e ainda precisa — ser adaptada com barras de apoio e corrimãos para garantir o mínimo de segurança.

O que ela precisa agora

Os médicos indicaram medidas urgentes e contínuas:

  • Radioterapia para controle da dor e da compressão nervosa;
  • Procedimento de descompressão urinária para preservar o rim esquerdo;
  • Controle avançado da dor;
  • Terapias sistêmicas mais leves;
  • Fisioterapia paliativa;
  • Acompanhamento multidisciplinar.

Além disso, Luciana necessita de cuidadora especializada. Natália, também funcionária pública, não consegue sozinha dar conta de todos os cuidados: higiene, alimentação, medicação, segurança e mobilidade.

O peso financeiro

Luciana é gerente de escola e está afastada, recebendo apenas dois terços do salário. Sem plano de saúde, todas as despesas são pagas exclusivamente pelo casal.

Os custos incluem:

  • Medicamentos de alto custo;
  • Fraldas e insumos contínuos;
  • Exames e deslocamentos;
  • Fisioterapia e terapias complementares;
  • Equipamentos de apoio;
  • Adaptações na residência;
  • Contratação de cuidadora.

Recentemente, novas necessidades surgiram: a compra de um guincho manual de transferência para movimentá-la com segurança, reforço nos cuidados de enfermagem e fisioterapia contínua para preservar o máximo possível de autonomia e conforto.

Um pedido que vem do coração

“Cada passo só está sendo possível graças à solidariedade, às orações e às contribuições”, diz Natália.

A família criou uma vaquinha oficial para custear os tratamentos e cuidados essenciais. Qualquer valor, por menor que seja, representa dignidade, alívio da dor e qualidade de vida para Luciana.

PIX da vaquinha:
5820852@vakinha.com.br

Em meio a laudos difíceis e dias de incerteza, o que sustenta essa história é o amor. Amor que resiste, que cuida, que não desiste.

Se você não puder contribuir financeiramente, compartilhe. Reze. Envie uma mensagem. A solidariedade também cura.

Que a generosidade encontre essa família — e que Luciana siga sendo envolvida por fé, cuidado e esperança.

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