Onda de calor provocará as maiores temperaturas de 2021

Sol no meio da fumaça

A onda de calor que atua sobre o Brasil ainda vai manter as temperaturas elevadas em muitas áreas do país ao longo desta semana. As máximas continuam acima da média para o período e o ar seco chama a atenção com índices muito críticos, principalmente nas áreas centrais do Brasil.

Onda de calor persiste

Os próximos dias seguem quentes e com temperaturas bem acima do normal para os padrões desta época do ano em todo Sudeste, Centro-Oeste e no Paraná. Os dias mais quentes desta semana serão quarta e quinta, dia 25 de 26 de agosto.

Neste período, as máximas ficam entre 35°C e 40°C em muitas cidades do oeste e norte do Paraná e de São Paulo , em Mato Grosso Grosso do Sul e no estado de Mato Grosso.

As capitais de São Paulo e do Rio De Janeiro devem registrar recordes de maior temperatura do inverno. Além disso, a capital paulista pode ter a tarde mais quente do ano de 2021 em pleno inverno!

Até o momento, a maior temperatura do inverno no Rio de Janeiro é de 34,3°C, no dia 20 de agosto. Já do ano de 2021, o recorde é de 40,2°C, em 30 de janeiro, que não deve ser batido. Em São Paulo, o recorde de maior temperatura do ano de 2021 é de 34,1°C, em 30 de janeiro. Há chance de um novo recorde na cidade.

Ar seco, qualidade do ar prejudicada e risco de queimadas

A umidade relativa do ar ainda segue muito abaixo do recomendado para a saúde e conforto humano neste período. Valores abaixo dos 20% ainda podem ser registrados por praticamente todo estado de São Paulo, inclusive a capital, sul e oeste de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal, Tocantins, oeste da Bahia, sul de Rondônia e interior do Paraná. A situação é de emergência, com valores abaixo de 12% no noroeste e oeste de São Paulo, sul de Mato Grosso, inclusive a capital Cuiabá e o estado de Mato Grosso do Sul.

A falta de chuva e vento significativo fazem os poluentes ficarem bastante concentrados na atmosfera, o que prejudica a qualidade do ar em muitas regiões do país. Por isso, além da secura, o ar continua muito poluído, podendo agravar problemas respiratórios em muitas pessoas.

Mudanças no tempo

Aos poucos a chuva já aumenta na Região Sul ao longo desta semana e há previsão de mudanças entre o Sudeste e o Centro-Oeste no fim da semana. Porém, é valido ressaltar que essa frente fria não será generalizada como do fim de julho.

A Região Sul será a mais influenciada. Ao longo desta semana é alto o risco para temporais, principalmente sobre o Rio Grande do Sul, e esfria bastante, com risco de geada já na sexta-feira em áreas da Campanha Gaúcha.

Volta a chover a partir de quinta-feira em São Paulo e na sexta-feira chove também no Rio de Janeiro. As temperaturas entram em declínio no fim da semana e faz frio na capital paulista durante a sexta-feira.

Sobre a Climatempo

Com solidez de 30 anos de mercado e fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para segmentos estratégicos, a Climatempo é sinônimo de inovação. Foi a primeira empresa privada a oferecer análises customizadas para diversos setores do mercado, boletins informativos para meios de comunicação, canal 24 horas nas principais operadoras de TV por assinatura e posicionamento digital consolidado com website e aplicativos, que juntos somam 20 milhões de usuários mensais.

Em 2015, investiu na instalação do LABS Climatempo, no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), que atua na pesquisa e desenvolvimento de soluções para tempo severo, energias renováveis (eólica e solar), hidrologia, comercialização e geração de energia, navegação interior, oceanografia e cidades inteligentes. Em 2019, a Climatempo passou a fazer parte do grupo norueguês StormGeo, líder global em inteligência meteorológica e soluções para suporte à decisão, e dois anos depois, em 2021, uniu-se à Somar Meteorologia, formando a maior companhia do setor na América do Sul. A fusão das duas empresas impulsiona a Climatempo a ser protagonista global de fornecimento de dados e soluções para os setores produtivos do Brasil e demais países da América Latina, com capacidade de oferecer informações precisas de forma mais ágil e robusta.

O Grupo Climatempo segue presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 35 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país.