
Uma relíquia é parte do corpo de um santo ou objetos que estiveram ou foram usados por estes, aos quais os católicos, prestam veneração ou reverência.
A palavra relíquia tem origem no latim reliquiae, que significa resto.
A Igreja estabeleceu três classificações de relíquias:
Primeira classificação PRIMEIRO GRAU – parte do corpo de um santo (fragmento de osso, unhas, cabelo etc.).
Segunda classificação SEGUNDO GRAU – objetos pessoais de um santo (roupa, cajado, os pregos da cruz, e outros).
Terceira classificação TERCEIRO GRAU – inclui pedaços de tecido que tocaram no corpo do santo ou no relicário onde uma porção do seu corpo está conservada.
O VALOR DAS RELÍQUIAS SUA IMPORTÂNCIA;
“Deus age através das relíquias. especialmente em termos de cura”. Indicou que alguns desses acontecimentos foram narrados em 2Re 13,20-21; Mt 9,20-22; At 5,15; e At 19,11-12.
O costume das relíquias dos santos vem desde os primórdios do cristianismo. Primeiramente os mártires foram cultuados; o povo de Deus recolhia seus corpos e os sepultava com reverência. As sepulturas dos mártires eram visitadas por peregrinos; muitos queriam ser sepultados junto a um mártir, pois julgavam que este intercederia ainda mais por eles no Céu.
VIDA DE SÃO DOMINGOS SÁVIO
PONTIFICIUM OPUS A SANCTA INFANTIA
SÃO DOMINGOS SÁVIO TÃO PEQUENO E TÃO SANTO
Domingos nasceu no dia 2 de abril de 1842, na província de Turim, no norte da Itália, em uma família humilde mas, ao mesmo tempo, muito fervorosa. Já desde a mais tenra idade, decidiu imitar fielmente Jesus Cristo, aproximando-se dele tanto quanto podia. Com sete anos de idade, fez a primeira conunhão e, com doze, entrou no Oratório de São João Bosco. Sob a direção pessoal do grande santo salesiano, transformou-se em tabernáculo do Senhor e em modelo e exemplo de amor a Deus e ao próximo. Foi um verdadeiro apóstolo e missionário de Jesus, com a simples presença da sua vida.
Quem o conheceu durante a sua vida disse que não era pequeno de estatura, mas magro, quase frágil. Preferia mais ouvir do que falar. Era humilde e respeitoso diante de todos e tinha a habilidade natural de apaziguar as discussões e as desavenças, que naquela época surgiam quase naturalmente entre os seus companheiros.
Seu único interesse era Deus e o modo como fazer com que os outros concentrassem as suas energias para servi-Lo melhor. Aquilo que lhe faltava a nível de força física, ele recuperava em excelência moral, em fortaleza de coração e em aceitação da vontade de Deus, qualquer que esta fosse.
A primeira biografía da vida de Domingos foi escrita pelo seu mestre, São João Bosco, e destas páginas nasceram muitas vocações, inclusive a do futuro Papa Bento XVI que, com tanta ternura, admirava a Obra da Infância Missionária.
Domingos faleceu com apenas quinze anos de idade, no dia 9 de março de 1857. Sua Santidade o Papa Pio XII canonizou-o no ano de 1954. Exatamente há 50 anos.
«Como São Domingos Sávio, que todos sejam missionários do bom exemplo, da boa palavra, da boa ação em família, com os vizinhos e com os colegas de trabalho! Com efeito, em todas as idades pode-se e deve-se dar o testemunho de Cristo! O compromisso do testemunho cristão é permanente e quotidiano!»
(S. S. João Paulo II, Homilia de 7 de dezembro de 1997)









