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Partido Progressista de Panambi começa definições para pleito em março

As definições do Partido Progressista (PP) de Panambi em relação as eleições gerais deste ano, e até alguns encaminhamentos sobre as eleições municipais de 2020, começam  a ser tomadas a partir do mês de março. A afirmação é do presidente municipal do partido em entrevista a Rádio Sorriso, o ex-vereador Martim Zachow.

A partir de março, o partido irá formar algumas comissões, como de saúde, infraestrutura, educação e funcionalismo público. A discussão destes temas deve formar a base para o projeto político futuro, já visando as eleições municipais de 2020.

“Há uma série de perguntas para as quais ainda não temos resposta, e uma delas é se o PP terá candidato próprio ou coligação, e quem deve responder isto não é o presidente, mas o diretório e a executiva”, adiantou Martim.

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Sobre coligações, o comunicador Eloir Pereira lembrou que o PP em Panambi, sempre teve a liderança destas uniões partidárias em épocas de eleição. Martim concordou, afirmando que “muita gente pensa assim dentro do partido, mas há pessoas que entendem que, no passado, tivéssemos feito uma coligação diferente, os resultados poderiam ser melhores”.

Um dos principais obstáculos, entretanto, é anterior à definição de coligações: “Muitas pessoas não estão mais disposta a assumir uma campanha porque há um desgaste natural”, referindo-se aos fatos de o partido não estar atualmente na prefeitura.

Para o presidente do PP, o eleitor é hoje mais bem informado e consciente de que no passado, graças aos veículos de comunicação, sejam as mídias sociais e os meios tradicionais (rádio, TV e jornal), o que exigirá mais de quem quiser conquistar o seu voto.

Perguntado por que tem sido tão difícil definir um candidato de Panambi a deputado seja federal ou estadual, rompendo as barreiras das siglas partidárias, Martim lembra que cada partido tem compromissos com candidatos de outras cidades e, também, que “existe muita vaidade pessoal, e essa vaidade, às vezes, prejudica o grupo grande, com um grupo de pessoas decidindo o apoio a candidato de fora”, explicou.

Ele ainda relembra: “já tivemos as experiências das candidaturas como as de Miguel Schmitt-Prym, Orlando Idílio Schneider, Paulo Sérgio, Nelson Feiden e Ciro João Winck, mas o eleitor acaba comprando um projeto que ele não conhece, trocando por um projeto local, que teria condições de cobrar”, afirmou Martim.

Sobre o seu partido, lembrou que já aconteceu o lançamento da pré-candidatura do deputado federal Luiz Carlos Heinze ao Governo do Estado.  Com isto, cinco partidos já fizeram uma pré-definição dos seus candidatos ao Governador nas eleições de outubro.

Ele fez questão de lembrar que Ana Amélia Lemos foi escolhida a melhor senadora do País o que, segundo Martim, é uma conquista não somente da senadora e de seu partido, mas do Rio Grande do Sul como um todo.

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