A fim de buscar soluções ambientalmente corretas para manutenção do aterro sanitário, nesta terça-feira, 28, no salão de eventos da Prefeitura de Lajeado, quatro projetos foram apresentados por empresas que responderam ao Chamamento Público para Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) 01-01/2017. O chamamento se destinou a atrair interessados em desenvolver, por sua conta e risco, levantamentos de informações e estudos técnicos, econômicos e jurídicos conclusivos para implantação de serviços de tratamento e manejo de resíduos domiciliares e disposição final de rejeitos do Município de Lajeado.
Entre as propostas apresentadas pelas empresas, destaca-se a geração de combustível e energia elétrica, compostagem, e também produção de madeira biosintética a partir do lixo. Conforme o titular da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Luis Benoitt, o Executivo lajeadense busca uma solução completa para o aterro sanitário. Ele destaca que os quatro projetos apresentados agora serão analisados pela comissão de avaliação, integrada por técnicos da Univates, Sema e Condemas. Contudo, não há uma data limite para a comissão se posicionar.
Benoitt explica que, caso a comissão de avaliação aprove um dos projetos, o município irá adquiri-lo com intenção de torná-lo o termo de referência para uma futura licitação que, por sua vez, definirá a empresa que executará o referido projeto no aterro sanitário. “A ideia é abrir espaço para uma empresa gerenciar o aterro sanitário de maneira ambientalmente sustentável a um custo que seja suportável pelo Executivo”, afirma Benoitt.
Ele destaca que a média diária de resíduos que são destinados ao aterro sanitário é de 60 toneladas. “É muito material que poderia ser reciclado, reutilizado ou reaproveitado e não enterrado, como vem ocorrendo atualmente”, explica o secretário. Conforme ele, o custo de manutenção do aterro sanitário gira em torno de R$ 2 milhões ao ano para a prefeitura.







