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Qual o caminho você seguirá?

“Me dê a mão, e vamos por aí.” Ah, tão simples e tão imenso, esse convite. É como um chamado à leveza, àquela liberdade que a gente esquece entre prazos e responsabilidades. A mão estendida não pede explicações; ela só quer companhia.

Na pressa do dia a dia, quantas vezes recusamos essas mãos? Perdidos na correria, esquecemos como é bonito caminhar sem destino, confiando em alguém ao nosso lado. Não importa para onde vamos, desde que juntos, porque, às vezes, o que salva não é o ponto de chegada, mas o caminho partilhado.

“Não pense em nada agora.” Sim, é um pedido ousado. Quem consegue parar de pensar, afinal? Mas e se tentarmos? Se deixarmos que a brisa sopre as preocupações para longe, como folhas de outono? O que passou já não volta. O que vem, nem sempre dá para controlar. Mas agora – ah, o agora! – é nosso.

“Que já passou da hora.” A gente sempre acha que ainda tem tempo, que dá para adiar o sorriso, o abraço, o olhar demorado. Mas, no fundo, sabemos: a vida é urgente. Ela não espera. Passou da hora porque a hora é agora.

“Eu quero tanto te fazer sorrir!” Existe desejo mais puro? Não é sobre grandiosidades, nem sobre conquistas espetaculares. É só sobre esse instante em que o mundo cabe em um sorriso – um sorriso seu.

Então, eu te digo: me dê a mão. Vamos por aí. Vamos nos perder para nos encontrar. Vamos rir da vida, porque, no fundo, ela só quer que a gente a leve um pouco menos a sério.

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