São-carlense Dioy Pallone fala sobre ser vocalista do RPM e também do atual cenário da música durante a pandemia

Artista falou sobre o atual momento da carreira

Do Blog Música Boa de Guilherme Moro:

Do Carrão de Gás ao RPM, de São Carlos-SP para o Brasil. Dioy Pallone nasceu no interior paulista e obteve destaque à frente da banda Carrão de Gás. É baixista e vocalista do RPM desde 2018, ao lado dos dois integrantes originais: Luiz Schiavon (Tecladista) e Fernando Deluqui (Guitarrista e Vocalista). O RPM ainda conta com o baterista Kiko Zara, que assumiu as baquetas depois do falecimento de P.A (Membro original da banda). Ele conta com detalhes como foi sua entrada na banda, fala sobre os novos singles lançados  e os planos do RPM  e, também, sobre suas maiores influências musicais. Confira!

 

 

Blog Música Boa: Dioy, em primeiro lugar, agradeço sua disponibilidade para conceder essa entrevista ao blog nesse momento tão complicado que todos nós estamos passando.

 

 

Dioy Pallone: Primeiramente, Guilherme, obrigado pelo convite. É um prazer estar falando com vocês do Blog Música Boa.

 

 

Blog Música Boa: Sua formação musical tem uma grande influência do Hard Rock da década de 80. Fale um pouco da sua iniciação no Rock e das suas maiores influências no gênero.

 

 

Dioy Pallone: Bom, sem dúvida o Hard Rock é e continua sendo a minha maior influência, na verdade eu fui forjado nisso, o ambiente da minha casa sempre foi muito propício desde muito cedo. Sou de uma cidade do interior de São Paulo, que apesar de ser considerada uma grande cidade cada vez mais emergente e crescente, no comecinho dos anos 80 a gente não tinha muita opção, era mais essa coisa de ficar em casa, ver televisão (que havia pouco mais de 4 canais) e ouvir música o dia todo. Eu tive a sorte de nascer em um berço com um ótimo gosto musical, meus pais curtem até hoje Elton John, Queen, Bee Gees, Barbra Streisand, grandes cantores e cantoras, enfim, os artistas pop e grandes do momento eles ouviam tudo, eu cresci nesse ambiente. Com o caminhar dos anos 80, eu fui pego pelo impacto visual das bandas, quando todas elas estavam investindo muito em imagem e videoclipe com a MTV explodindo nos Estados Unidos, todo mundo querendo crescer nesse segmento, e o Kiss me acertou em cheio, toda aquela coisa e aquele visual, eu fui hipnotizado pela banda. Eu vi um compacto do show de 1983 realizado no Maracanã e fiquei louco, o som me pegou, aquela agressividade do rock, intensidade e energia somados ao visual foi arrebatador. No começo eu tinha um pouco de medo porque eu era bem criancinha, mas foram só umas duas ou três noites meio impressionado, depois eu só falava e pensava nisso. Tudo isso somado ao impacto do Rock in Rio, lá em 1985, com todas aquelas bandas em seus melhores momentos da carreira, Ozzy, Queen, AC/DC, Yes, Whitesnake, Scorpions, Nina Hagen e outras tantas bandas. Cara, aquilo me pegou. Havia um programa dedicado praticamente ao Pop Rock que se chamava Som Pop, na TV Cultura, aos sábados no fim de tarde, quando eu, meu pai e meus tios nos reuníamos para assistir a esse programa, então todo aquele visual me acertou em cheio. O que estava pegando na época eram as bandas de Hard Rock, então foi “um tiro na cabeça”. Depois eu passei a intensificar meu gosto para o pop, comecei a conhecer as bandas nacionais, principalmente o RPM com o sucesso que fez com o “Rádio Pirata Ao Vivo”, tudo isso me pegou em cheio. Eu tenho uma forte vertente do Hard Rock, mas eu fui acertado em cheio por todo esse cenário dos anos 80, sem nenhuma exceção.

 

 

Blog Música Boa: No início dos anos 2000, você montou a banda Carrão de Gás, que se tornou muito relevante na cena rock da região central do estado de São Paulo. Qual era a pretensão inicial da banda e de que maneira ela nasceu?

 

 

Dioy Pallone: O Carrão de Gás foi criado mais precisamente em setembro de 2001, quando eu junto com o dono do estúdio em que eu trabalhava e um amigo de adolescência (um brother de banda de garagem) resolvemos nos juntar para topar o desafio de levar um show de rock para a casa noturna mais badalada da cidade e da região. Na época era muito difícil de se levar um show de rock para uma boate. Bom, topamos fazer uma ou duas semanas de ensaio em um catado de 15 ou 20 músicas, se eu não me engano, em que eu teria que assumir o baixo e cantar o repertório quase todo, dividindo alguns sons com o guitarrista que também era cantor. Eu tive que aceitar esse desafio porque eu tinha dificuldades para encontrar baixistas no perfil que eu gostaria para montar uma banda, então eu decidi virar esse baixista. Não é uma coisa tão simples, mas a pretensão não era grande, a gente tinha a ideia de fazer essa apresentação e talvez não passasse daquilo, mas por muita sorte foi um grande sucesso. A gente acabou pegando mais uma data e as coisas acabaram tomando outra proporção, eu tive que começar a encarar o baixo de outra forma e progressivamente, apesar de rápido, fui criando uma intimidade com o instrumento que é o que a gente precisa para desempenhar uma boa performance, ter segurança principalmente cantando. É muito diferente uma linha de baixo comparada a uma linha de guitarra e ter que se concentrar em fazer os vocais também.

 

 

Blog Música Boa: De que maneira a banda foi ganhando público e relevância a ponto de gravar um DVD ao vivo?

 

Dioy Pallone: A banda foi tomando essa proporção por causa desse sucesso nas casas noturnas, começaram a aparecer mais convites pra tocar nessas casas e não em botecos, que é mais comum. A banda nasceu totalmente fora do ambiente underground, na verdade a gente nunca entrou no ambiente underground e existia um certo preconceito em relação ao que a gente fazia com a forma que a gente encarava as coisas. A gente não tinha aquele espírito meio seiscentista de encarar a música e o rock, que era aquela coisa de “Vamos tomar umas, talvez fumar alguma coisa e fazer um rock despretensioso”. A gente nunca pensou dessa forma e sempre encaramos as coisas com um excesso de profissionalismo, foi algo que nos levou rapidamente pra frente. Existiam grandes bandas no ambiente underground, mas todas essas bandas acabaram depois revisitando os lugares que nós abrimos pra tocar fora desse circuito underground. Então, eu acho que a coisa mais legal do Carrão de Gás foi ter conseguido romper essa barreira e levar algo de extrema qualidade. A gente se cobrava muito em fazer tudo diferente, a produção tinha que ser a melhor possível, o repertório tinha que ser as coisas mais difíceis de se ouvir em uma balada. Então a gente conseguiu dar essa volta e foi algo que nos levou pra um lugar diferente e esse talvez seja o maior legado que a banda deixa. Depois foi tudo resultado, nós conseguimos fazer várias aberturas de shows muito legais no estado de São Paulo e algumas coisas fora. Conseguimos gravar um disco de inéditas com a ajuda e interesse dos empresários de fora e isso nos levou automaticamente a gravar um DVD em um show muito bacana e bem produzido, tocar na Expomusic, fazer alguns programas de TV e tocar em algumas rádios do Brasil. Então foi um trabalho excepcional, uma coisa totalmente despretensiosa que acabou tomando uma proporção bem diferente graças ao envolvimento e ao profissionalismo de todos.

 

Eu sou extremamente grato ao Carrão, que com certeza foi a porta que me levou até o RPM, basta você ver os vídeos que tem por aí para você ter uma noção de como a banda encarava as coisas mesmo sem ter todos os recursos que poderia ter tido. A gente chegou muito longe com pouco recurso, mas com muito trabalho, dedicação e extremo profissionalismo.

 

 

Blog Música Boa: Em 2017, o RPM anunciou mais um hiato entre tantos que já havia tido. No ano de 2018, a banda retorna com você assumindo o baixo e dividindo os vocais com Fernando Deluqui. Como surgiu esse ilustre convite para integrar o RPM?

 

 

Dioy Pallone: O convite aconteceu mais uma vez de uma forma despretensiosa na minha vida. Sou amigo do Nando (Fernando Deluqui) desde 2005. Quando o Carrão de Gás estava tocando em São Paulo, a nossa assessoria de imprensa era uma amiga em comum e isso acabou levando o Nando para um show no Lanterna, onde ele foi nos assistir. Nos conhecemos nesse dia e a empatia foi instantânea, fizemos uma canja nesse dia e a partir dali eu mantive um contato frequente com o Nando. Dessa forma, acabou pintando a oportunidade de tocarmos juntos em uma casa que o Carrão era fixo aqui em São Carlos – SP, em fevereiro de 2018. Foi uma baita de uma noite, com uma vibe e energia incrível. Batendo um papo informalmente, eu não sabia em que pé as coisas estavam no RPM, eu comentei com ele que a banda tinha que voltar porque era muito importante para o cenário do rock e não poderia estar encostada da maneira que estava. O Nando concordou comigo e me deu toda razão, e disse pra gente manter contato para ele contar as novidades. Passaram umas duas semanas ele me ligou, fazendo um convite pra gente bater um papo mais sério a respeito da banda. Eu não sabia direito como eles gostariam de contar comigo, até que ele me explicou que o Paulo havia de fato saído da banda, pois não tinha mais interesse e gostaria de seguir carreira solo, e a banda decidiu seguir seu caminho sem o Paulo com os três integrantes originais. E foi aí que eu percebi onde eu me encaixaria.

 

 

Blog Música Boa: Você aceitou o convite imediatamente?

 

Dioy Pallone: Obviamente eu fiquei extremamente feliz e lisonjeado com o convite, mas eu tive que pensar porque minha vida estava estabilizada. Eu tinha acabado de ter meu primeiro filho e minha esposa estava grávida da minha filhinha, e tudo isso mexeu muito comigo, mas foi impossível não aceitar. Nós conversamos em casa, eu tive que reavaliar as minhas outras questões, porque apesar de dedicar muito do meu tempo para música, eu também sou empresário do ramo de automóveis, tive que arrumar um jeito de conciliar tudo isso e fui sem pensar.

 

 

Blog Música Boa: Como foi a recepção inicial da grande mídia e dos fãs da banda?

 

Dioy Pallone:  A recepção foi a melhor possível por parte da banda, foi uma coisa assim mágica, automática, foi incrível. No primeiro ensaio, em três ou quatro minutos a gente sentiu uma vibe muito intensa e especial, os caras podem dizer isso melhor do que eu, sou suspeito pra dizer. A partir daí a gente começou a preparar essa volta. A recepção da grande mídia foi acontecendo aos poucos, a gente foi se acertando e ainda tinha uma série de detalhes para acertar antes dessa volta, questões jurídicas, quem iria agenciar a carreira da banda nessa volta e algumas outras pendências. Então isso foi acontecendo de uma forma gradual e a banda foi crescendo, também gradualmente. Quando as novas músicas chegaram até à grande mídia com os videoclipes feitos, as coisas realmente tomaram um formato de volta e um formato definitivo de mudança, e toda mudança não é simples, ainda mais uma mudança tão importante como essa, na imagem da banda, que é a maneira como as pessoas identificam a mesma.

 

 

Blog Música Boa: Quais as dificuldades de defender uma nova formação de uma banda com uma mudança tão significativa como a de um vocalista?

 

Dioy Pallone: A saída de um vocalista, que é uma figura central, abala a maneira com que as pessoas vão ver a banda, mas tem outro lado, quem não se interessava por aquele formato ou estava incomodado por algum motivo passou a olhar a banda com outros olhos. A gente teve essa proposta de dividir vocais, abrir vozes, que era algo diferente do que fazia o RPM, tudo isso sem descaracterizar a banda de jeito nenhum, mas abrir os horizontes e levar a banda para um novo patamar que não foi visitado ainda. Nossa ideia é essa e isso está se solidificando cada vez mais, essa forma com que a gente encara a nova fase da banda, a reconstrução do RPM, e está sendo muito bem recebida. Existe uma parte que não aceita. Paciência, né? A gente não tem o que fazer nesse sentido, a banda segue, e todos nós também, trabalhando pra continuar percorrendo esse caminho que a banda merece percorrer. É normal a saída de integrantes, vocalistas, e isso aconteceu com diversas bandas na história e várias delas percorreram um caminho super bacana depois desses acontecimentos. Com certeza é isso que nós estamos fazendo. Temos sim um número crescente de fãs nas redes sociais, nas plataformas Streaming, cada vez mais entendendo e conhecendo essa nova fase, vida que segue. Estamos muito felizes e contentes, assim que passar essa situação chata e desagradável a gente vai retornar à estrada e retomar nossos caminhos

 

 

Blog Música Boa: Até a presente data, o RPM lançou oito novos singles com a nova formação, se contarmos as versões acústicas de “Ah! Onde Está Você” e “Escravo da Estrada”. Qual o feedback do público em relação às novas faixas da banda?

 

Dioy Pallone: Durante as gravações dos singles nós tivemos um impacto muito grande que foi a perda do P.A, que é irreparável em vários sentidos. O P.A era um dos pilares das questões vocais, a gente estava com três vozes bem distintas fazendo esse trabalho de abertura de vozes. Você pode escutar isso claramente na canção “Ah! Onde Está Você”. Quando a gente perdeu o P.A tivemos que repensar essa situação. Ficamos muito abalados e retornar aos trabalhos de estúdio foi algo muito difícil sem o P.A, ele era motor da banda. Então nós procuramos nos reinventar dentro de um processo que já estava sendo realizado, talvez esse seja o maior complexo. Mas nós seguimos compondo, gravando e evoluindo. O que dá pra perceber nos singles é que tem uma constante evolução, estamos evoluindo dentro dessa nova filosofia do RPM e conseguindo achar outro caminho. Na sonoridade não, conseguimos achar um som desde o começo e isso dá pra perceber principalmente ao vivo. A gente está amadurecendo essa questão de novas composições o tempo todo, e a gente não para de produzir. Tem uma pancada de músicas na fila para serem gravadas. A nossa ideia é terminar isso o quanto antes e compilar um álbum inteiro, talvez alguns singles fiquem de fora do álbum porque tem muita coisa nova pra gravar, mas talvez alguns entrem no álbum, essa é a nossa ideia. A recepção é boa, levando em consideração que tudo em relação ao RPM está em um momento crescente, eu acho que a recepção está sendo surpreendente. É uma abordagem diferente da qual as pessoas estão acostumadas porque se tem mais compositores na banda. Eu chego com novas ideias e outra visão, as coisas mudam um pouco, mas estamos achando o nosso caminho. Estamos muito felizes, contentes e vamos seguir nessa linha.

 

 

Blog Música Boa: A pandemia causada pela disseminação do vírus Covid-19 ocasionou o cancelamento de shows e eventos. O RPM vinha fazendo muitos shows e sempre com lotação máxima. De que maneira se reinventar em um momento turbulento como esse?

 

 

Dioy Pallone: Não é fácil, nós estamos passando por situações menores, particulares, que aconteceram no meio desse turbilhão, então diria pra você que a pausa veio um pouco a calhar, apesar da tragédia geral e o momento horrível que estamos passando como nação, como mundo e como humanidade. Mas nesse tempo estamos conseguindo cuidar de situações particulares. Infelizmente, a pandemia nos obrigou a colocar o pé no freio de uma forma muito brusca, nós tínhamos uma grande quantidade de shows marcados nesse primeiro semestre, todos eventos muito legais que ainda, infelizmente, não têm data de remarcação, não há nenhum tipo de previsão se vamos conseguir cumprir esses shows ou não. Assim que as coisas forem melhorando a gente acredita que essa imagem vai acabar clareando e a partir daí nós vamos saber em que pé estaremos a partir de uma certa data.

 

 

Blog Música Boa: A banda pretende fazer uma live?

Dioy Pallone: A nossa ideia é fazer uma live quando tudo estiver 100% estabilizado dentro da banda. No momento estamos nos falando muito, compondo, trocando composições, gravando algumas coisas cada um em seu home estúdio, e é o máximo que a gente pode fazer nesse momento. Mas se Deus quiser teremos novidades sim, a ideia e fazer alguma coisa nesse sentido de live, mas eu não consigo te dizer nenhuma data por enquanto.

 

 

Blog Música Boa: No dia 22 de junho do ano passado, o eterno e saudoso baterista do RPM, P.A Pagni, acabou falecendo. Como a banda uniu forças para superar esse momento difícil?

 

Dioy Pallone: Como eu disse anteriormente, a partida do P.A foi um golpe muito duro e irreparável pessoalmente, em termos de sentimentos. O P.A era um companheiro e um amigo de mais de 35 anos do Nando e do Luiz, eu conheci o P.A há pouco mais de 2 anos e senti muito a partida dele. A saúde do P.A já não vinha boa, tanto é que estávamos tendo muita dificuldade para conseguir contar com ele nos shows, por exemplo. Ele vinha tentando se recuperar e retornar a sua melhor forma e lutando muito para que isso acontecesse da forma mais rápida possível. Seguir em frente foi muito duro, mas nós tínhamos que seguir em frente por vários motivos, talvez um dos principais era o maior desejo do P.A, que a banda seguisse e que fizesse o que tinha que fazer. Por isso, toda vez que eu encaro um compromisso da banda, apesar de todo o amor que eu tenho pelo RPM, pelo rock and roll e pela música, eu penso no P.A de coração aberto, porque eu acho que conheci poucos caras tão dedicados e tão leais a um lema e uma corporação como ele. A vida do P.A era o RPM e o rock. Viveu muito, viveu bem, cada um tem uma forma de seguir a vida. Mas o P.A posso te dizer que, apesar do pouco tempo que eu convivi, percebi uma plenitude de ideal como poucos vezes eu vi. Era um cara feliz, realizado, com o coração extremamente bom, legal pra caramba, alto astral que lidava com seus problemas e lidava da melhor maneira possível, mas era um cara completamente realizado e que viveu muito bem a vida, a viveu 150% e eu acho que nada pode ser mais legal que isso. Só é uma pena ele ter nos deixado tão cedo. Uma das minhas maiores tristezas é nunca ter conseguido fazer um show pra valer mesmo com ele, teria sido uma honra pra mim e um prazer muito grande.

 

 

Blog Música Boa: Fale um pouco de Kiko Zara, que assumiu as baquetas do RPM, com muita competência, após a morte de P.A.

 

 

Dioy Pallone: O Kiko está envolvido com a gente de certa forma há um bom tempo nessa volta da banda. É um cara extremamente profissional, preciso, gente boa e competente. É o cara certo pra fazer o trabalho que ele está fazendo, não é fácil você estar no lugar de um cara tão querido e que certamente é insubstituível em alguns termos. Mas o Kiko faz com que a gente tenha a sensação de dever cumprido toda noite, com maestria, precisão, bom gosto e acima de tudo muito respeito ao trabalho do P.A. É o cara certo pro RPM, não tem o que dizer, é um prazer poder tocar com ele.

 

 

Blog Música Boa: Dioy, foi uma honra poder bater esse papo com você. Espero que seja o primeiro de muitos! Obrigado por sua disponibilidade e paciência conosco! Grande abraço.

 

Dioy Pallone: Grande Guilherme, muito obrigado mais uma vez a você e ao Blog Música Boa. Espero que vocês curtam essa entrevista, foi um prazer mesmo falar com vocês! Convido todos a seguirem as redes sociais do RPM, tanto no Instagram quanto na nossa Fanpage do Facebook, e peço especialmente que sigam também a mim no Instagram no @dioypallone e também no Facebook. Agradeço muito mesmo, faço o convite para todos escutarem novos sons do RPM e a todos estarem nos shows assim que for possível. Espero de coração que todos vocês estejam bem, tudo isso vai passar com certeza e a gente vai se encontrar por aí. Rock and Roll, um grande beijo e um grande abraço a todo mundo. Valeu!