São Carlos perde o sorriso do querido Macalé

Macalé tinha 49 anos

O Clayton Renato Rangel dos Santos ou simplesmente o Macalé era daquelas pessoas que o sorriso chegava antes em qualquer lugar. Eu não tenho uma recordação dele que não fosse assim. Sempre divertido, gentil, simpático, Macalé como era carinhosamente chamado por todos, partiu nesta madrugada para a Casa do Pai Maior deixando todos que o conheceram com um buraco profundo no coração.

Primeiro, porque Macalé era uma pessoa tão bondosa, expansiva e cheia de energia que não dá para mensurar o tamanho da falta que ele fará. Vou cometer aqui uma indiscrição e citar uma pessoa que conheço que assim como eu, ficou chateada pelo falecimento do Macalé mostrando o tamanho da pessoa que nós perdemos. Falo da Elaine Boaretto que sempre buscou saber sobre o Macalé e que mantinha amizade com ele há tempos, sei o quanto ela está triste, porque não é fácil perder um amigo desta forma.

O Macalé infelizmente teve complicações dessa doença terrível que é a COVID-19. Ele sofreu com essa terrível pandemia em dezembro, precisou ser internado, ficou em intubado por dias, saiu do hospital, contudo teve sequelas. Recentemente, Macalé que foi um guerreiro dos mais destemidos, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e padeceu nesta madrugada.

A COVID contribuiu para que toda a cidade de São Carlos perdesse alguém bom, uma pessoa de bem e a dor que sentimos neste momento se junta as demais que já noticiamos por aqui e que esperamos não ter que fazer mais. A partida do Macalé é um duro golpe em quem acredita na vida e nos bons propósitos.

Infelizmente, o que podemos pedir neste momento é que as pessoas se protejam e que nós lutemos pela vida, que busquemos vacinas, que cobremos dos nossos governantes medidas eficazes contra a COVID-19.

À família do Macalé fica o nosso carinho, respeito e a oração. Ele foi um grande guerreiro! Que descanse em paz, na glória de Deus!

Renato Chimirri