Suja, Marginal do Parque da Chaminé se transforma em pesadelo para a população

Lixo se acumula pela guia

O que era para ser um parque se transformou num pesadelo para a população. Um local que poderia receber uma academia ao lar livre, bancos, iluminação e se transformar num cartão postal para a cidade de São Carlos nada mais é que um amontoado de pedras, mato, calçada destruída e lixo, isso mesmo, muito lixo.

Os problemas já começam no início, perto do Fórum, e por incrível que pareça ao lado da Associação de Engenheiros e Arquitetos de São Carlos (AEASC). Um grande terreno existe no local e é palco constantes de queimadas como mostramos em outras reportagens e que voltamos e exibir nesta matéria.

Você anda e observa a ciclovia que agoniza no lugar e vê que as faixas estão quase apagadas e o lixo se acumulando em toda a sua extensão.

Do lado esquerdo, onde estaria o “tal parque”, vemos terreno mexido pela Prefeitura, mato, lixo, bancos destruídos e um verdadeiro breu durante o período noturno, o que facilita a ação de bandidos e casos de abordagens já foram registrados por ali, justamente porque o local é a única opção de caminhada que a população deste lado da cidade possui, porém a Prefeitura não liga, nenhuma prefeito olha para o parque da Chaminé e apresenta um projeto concreto de revitalização da região.

Para piorar, o matagal está por toda a extensão da avenida Comendador Alfredo Maffei e o lixo parece que se transformou em parte da paisagem. São copos, bolsas, isopor, papel, camisinhas, pinos que provavelmente continham cocaína e fezes de animais.

Isso tudo jogado por quem caminha ali e também por culpa da incompetência da Prefeitura que não consegue fazer uma licitação para a limpeza pública de São Carlos. A cada dia que passa, a cidade fica ainda mais suja, com aspecto de abandonada, contudo nada muda.

A pedagoga Maria Oliveira que sempre faz caminhada neste trecho da Marginal resumiu bem a situação: “Somos obrigados a caminhar e a saltar pelo lixo na Marginal, porque a Prefeitura parece não ligar para situação, deve ser uma prova de obstáculos, em que o munícipe também é culpado porque joga o lixo na rua, porque a cidade não coloca lixeiras no lugar, ou seja, um misto de incompetentes, com gente sem educação!”