Vice-governador diz que São Carlos e o Estado SP preparam o cenário pós-pandemia de COVID

Mesa no Hotel Nacional INN

Durante a audiência que discutiu a criação da Região Metropolitana de São Carlos no Hotel Nacional INN em São Carlos, nesta sexta, 2, o vice-governador, Rodrigo Garcia afirmou que criação da Aglomeração Urbana da Região Central é a discussão do futuro do Estado de SP. “É fundamental para termos planejamento, organização e condições de execução dos planos, essa é a última etapa para mandarmos um projeto à Assembleia Legislativa que apreciará a questão”, ressaltou.

Rodrigo Garcia explicou que o Governo do Estado está se reorganizando buscando a compatibilidade entre as regionais. “Esta nova organização obrigará o governo a olhar para o seu interior e por isso, junto com os municípios poder trabalhar melhor para SP”, explicou.

Com a pandemia de COVID, Rodrigo enfatizou que é fundamental estar de mãos dadas com planejamento e boa execução. “Nosso governo enfrenta grandes adversidades, desafios e a pandemia é o maior deles, mas não faltou organização para que o Governo Doria conduzisse o Estado com o objetivo de não ter uma tragédia, maior do que a que temos, usamos as armas que tínhamos, as quarentenas, depois fomos buscar as vacinas, de forma corajosa, e agora concluímos no dia 15 de setembro a aplicação da primeira dose em SP para todos adultos acima de 18 anos, por isso olhamos o pós-pandemia pensando em ações do governo para apoiar à população”, destacou.

Rodrigo Garcia em São Carlos

O vice-governador assegurou que será fundamental atender a demanda reprimida na área de saúde que ficou represada por causa da pandemia, como no caso de cirurgias eletivas e outros procedimentos. Ele ponderou que a rede de saúde do Estado estará preparada com convênios e recursos para os hospitais estaduais e as santas casas. “Temos que fazer isso já, virar a chave do sistema de saúde em 1º de outubro para que possamos dar proteção às pessoas, atendimento”, disse.

Ele elencou uma série de programas como o vale-gás, frentes de trabalho e o SP Acolhe que concederá uma bolsa para famílias em situação de vulnerabilidade que perderam pacientes para a COVID-19 como ações que visam aumentar a rede de proteção social paulista para que as pessoas possam reorganizar a vida que ficou destroçada pela pandemia. “Sabemos a dor das pessoas e que nada paga a perda de um ente querido, mas precisamos auxiliar as pessoas, criar emprego onde não tem neste momento, o governo tem que cumprir seu papel”, ressaltou.