Zona de Convergência favorece chuva forte e volumosa no Sudeste

Há previsão de muita chuva no Sudeste do Brasil, com a formação de uma Zona de Convergência. Essa configuração atmosférica, comum nesta época do ano, vai influenciar a Região durante toda a semana provocando elevados volumes de chuva.

Até o fim desta semana, os sistemas atmosféricos que atuam sobre o Brasil estarão posicionados de forma que favorecem a formação de uma canal de umidade desde a Região Norte do Brasil, passando pelo Centro-Oeste e chegando ao Sudeste trazendo muita umidade para os estados de Minas Gerais, Rio De Janeiro e para o Espírito Santo.

Este canal de umidade estará posicionado mais ao norte da Região Sudeste e por isso não há expectativa de chuvas muito volumosas para São Paulo , embora aconteçam temporais, principalmente nas áreas de divisa com Minas Gerais, com o Rio de Janeiro, no Vale do Paraíba e no Litoral Norte paulista. O mapa abaixo indica os acumulados de chuva entre os dias 7 e 11 de dezembro estimados pelo modelo de previsão atmosférica GFS.

Maiores volumes de chuva

Os maiores volumes de chuva são esperadas para o centro-leste de Minas, incluindo a Grande Belo Horizonte, com acumulados próximos dos 200mm na região central mineira. No Triângulo Mineiro, na Zona da Mata mineira e no Rio de Janeiro, a previsão é de acumulados de chuva entre 100 e 150mm.

Quando a chuva diminui?

Até sexta-feira (11), as condições são para muita umidade e chuva o que provoca os elevados volumes que vão ser observados em Minas Gerais, Rio de Janeiro e no Espírito Santo no decorrer dessa semana.

A partir de sábado, 12 de dezembro, o tempo começa a mudar. O canal de umidade se desfaz e as condições meteorológicas locais também se alteram deixando de favorecer a formação de tanta instabilidade sobre o Sudeste.

Na semana que vem, entre 12 e 16 de dezembro, ocorrem pancadas de chuva, mas não são esperados volumes de chuva tão elevados. Confira abaixo.

Sobre a Climatempo

Com solidez de 30 anos de mercado e fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para os principais segmentos, a Climatempo é sinônimo de inovação. Foi a primeira empresa privada a oferecer análises customizadas para diversos setores do mercado, boletins informativos para meios de comunicação, canal 24 horas nas principais operadoras de TV por assinatura e posicionamento digital consolidado com website e aplicativos, que juntos somam 20 milhões de usuários mensais.

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A fusão estratégica dá à Climatempo acesso a novos produtos e sistemas que irão fortalecer ainda mais suas competências e alcance, incluindo soluções focadas nos setores de serviços de energia renovável. O Grupo segue presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 35 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país.