
A recente campanha publicitária do Grupo Plano gerou amplo debate nas redes sociais e em diferentes setores da cidade de São Carlos ao abordar o tema da localização dos empreendimentos habitacionais e seus impactos na qualidade de vida da população.
Diante das discussões, o presidente do Grupo Plano, Alexandre Castilho, esclareceu que a intenção da campanha nunca foi desrespeitar, ofender ou ridicularizar moradores de qualquer bairro da cidade, mas sim promover uma reflexão sobre planejamento urbano, mobilidade e acesso à infraestrutura.
Segundo Castilho, o termo “periferia” utilizado na campanha faz referência ao conceito urbanístico de regiões mais afastadas do centro consolidado da cidade, independentemente da qualidade dos moradores ou do valor das pessoas que vivem nessas localidades.
“Nosso principal público é justamente formado por famílias trabalhadoras das classes B, C e D. Essas pessoas são a razão da existência da nossa empresa. Não faria sentido desrespeitar aqueles que são nossos clientes, nossos parceiros e que confiam no nosso trabalho”, afirma.
De acordo com o empresário, o objetivo da campanha foi alertar compradores sobre fatores que muitas vezes não recebem a devida atenção durante a escolha de um imóvel.
“Muitas vezes o cliente visita um decorado bonito, bem montado e localizado em uma região central para apresentação do produto. Porém, ele nem sempre avalia aspectos importantes do local onde o empreendimento será entregue, como acesso a transporte público, proximidade de escolas, unidades de saúde, comércio, oportunidades de emprego e segurança urbana”, explica.
Grupo Plano aposta no debate
Castilho destaca que o debate proposto pelo Grupo Plano está relacionado ao crescimento sustentável da cidade. Para ele, quanto mais distante um empreendimento estiver das estruturas urbanas já consolidadas, maiores tendem a ser os desafios para moradores e para o próprio município.
“Quando uma cidade cresce de forma muito espalhada, aumenta a necessidade de investimentos públicos em transporte, infraestrutura, saúde, educação e segurança. Isso impacta tanto o poder público quanto os próprios moradores, que passam mais tempo em deslocamentos e dependem de uma estrutura que nem sempre chega com a mesma velocidade do crescimento urbano”, afirma.
O presidente também cita que algumas regiões periféricas de diversas cidades brasileiras enfrentam desafios relacionados à mobilidade, à presença reduzida de serviços públicos e à sensação de insegurança, situações que devem ser consideradas pelos compradores antes da tomada de decisão.
“Nosso alerta foi para que as famílias analisem não apenas a casa ou o apartamento, mas também o bairro, a região e a qualidade de vida que aquele local proporcionará nos próximos anos. A compra de um imóvel é uma das decisões financeiras mais importantes da vida de uma família”, destaca.
O Grupo Plano reforça que acredita em cidades mais compactas, conectadas e integradas, onde a população tenha acesso facilitado a empregos, educação, saúde, lazer e transporte.
“Queremos contribuir para um debate importante sobre urbanismo e desenvolvimento. Nossa mensagem nunca foi contra moradores de qualquer região. Pelo contrário: queremos que as pessoas tenham cada vez mais acesso a moradias bem localizadas, próximas das oportunidades e da infraestrutura que já existe na cidade”, conclui Alexandre Castilho.
A empresa afirma que continuará participando das discussões sobre o futuro do desenvolvimento urbano de São Carlos e defendendo projetos que promovam qualidade de vida, valorização imobiliária e crescimento sustentável para toda a população.
Fonte da nota: Assessoria de imprensa do Grupo Plano.
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